Não existe céu encoberto...
Então existe céu desbotado,
Para os que o têm como um quadro.
Não existe céu desbotado...
Eis uma vila de cores!
Mas neste ciclo nada sei.
Não me tires este cálice de angústia,
Pois como o de sorrir também existe o tempo de prantear.
E agora bebo da tristeza...
No lado escuro do eclipse.
(Evandro, 10-05-2004)